SIMULADO DE PORTUGUÊS - 04 - DIVERSAS HABILIDADES - 4º ANO E 5º ANO

 Simulado de Português (04) para o 4º ano e 5º ano com gabarito.

 Você pode baixar este simulado em PDF no final, pronto para impressão.

O simulado de língua portuguesa abaixo contém questões de diversas bancas estaduais responsáveis em monitorar as expectativas de aprendizagens dos estudantes.

simulado de português.


Leia o texto abaixo.

Como é produzido o giz de lousa?

Ele é feito a partir da mistura de gesso e água. Para se obter giz colorido, adiciona-se tinta à mistura. Essa massa é colocada em moldes que dão forma ao giz. Após alguns minutos, ele endurece e é retirado para passar pelo processo de secagem, que pode ser feito ao sol ou em máquinas especiais. Depois, o giz é embalado e está pronto para ser vendido.

CRISTIANINI, Maria

1. (IDEPP) Qual é o assunto desse texto?
a) A coloração do giz.
b) A embalagem do giz.
c) A produção do giz.
d) A secagem do giz.

Leia o texto abaixo.

PRA DAR NO PÉ

Da varanda lá de casa, eu a avistava: linda, exuberante e charmosa. Nela moravam: bem-te-vi, pintassilgo, pombo, juriti, marimbondo e formiga alpinista. Papagaio de seda também!
Desses do mês de julho que, em vez de ficar requebrando no céu, decidem embaraçar a rabiola nos galhos mais altos e ficar por ali mesmo. Teve um que gostou tanto de morar na árvore que nunca mais foi embora.
No meio do ano, começavam a aparecer pequenas flores naquele pé de manga. Os frutos só chegavam em meados de dezembro. As chuvas do fim de tarde, muitas vezes, aprontavam: jogavam no chão as suculentas frutas. Umas se esborrachavam feio na lama. A dona Tina, na manhã seguinte, distribuía tudo entre a vizinhança. Era bom...

Oliveira, Pedro Antônio

2. (Spaece) Na frase “A dona Tina, na manhã seguinte, distribuía tudo entre a vizinhança. ”, a palavra destacada refere-se
a) aos frutos.
b) aos papagaios.
c) às flores.
d) às rabiolas.

Leia o texto abaixo.

A POMBA E A FORMIGA

Uma pomba branca bebia água no riacho quando, de repente, ouviu uma vozinha muito fraca:
– Socorro, socorro, estou me afogando!
Era uma formiga, que a correnteza forte arrastava.
A pomba branca ficou penalizada. “Coitadinha da formiga”, pensou. “Como poderei ajudá-la?” Arrancou com o bico uma graminha e a jogou na água. A formiga subiu no barco e alcançou a outra margem.
Aliviada, a formiga queria agradecer a pomba, mas onde será que ela estava? Dias depois, a formiguinha andava pelo bosque quando viu um camponês descalço, armado de arco e flecha. O homem mirava alguma coisa no alto de um galho. Era justamente a pomba branca que, sem desconfiar de nada, dormia tão profundamente que até roncava.
“Preciso avisá-la”, pensou a formiga, desesperada. Nhec!!!... A formiguinha enterrou suas mandíbulas cortantes no pé descalço do camponês malvado.
– Ai! Ai! Ai! Ui! Ui! Ui! – Gritou o homem, uivando de dor. E largou o arco e a flecha, que ficaram caídos na terra.
Com o barulho, a pombinha acordou assustada. E mais que depressa tratou de voar para bem longe. O camponês foi embora, furioso, resmungando:
– Que azar, pisei num espinho! Adeus, pomba assada...

MORAL DA HISTÓRIA: “O bem que fazemos, um dia volta para nós. ”

VIEIRA, Isabel. Fabulinhas Famosas. 

3. (TSA) Esse texto tem a finalidade de
a) contar uma história.
b) convencer as pessoas.
c) ensinar uma brincadeira.
d) informar as pessoas.




4. (Spaece) No trecho “Adeus pomba assada...”, as reticências sugerem que o camponês ficou
a) arrependido.
b) decepcionado.
c) magoado.
d) preocupado.

Leia o texto abaixo.

Belo Horizonte, 08 de agosto de 2007.

Ana Carla:
Que saudades!!!

Há quanto tempo não nos vemos.... Fiquei muito feliz com seu telefonema na semana passada!!! Você se mostrou radiante por estar lecionando para crianças do primeiro ciclo!!!
Tenho certeza de que seus estudantes também devem adorar seu jeito meigo de ser.
Pensando em você e nos seus estudantes, envio junto com esta carta um livro. É um presente. Gostaria que lesse O curumim que virou gigante, de Joel Ruino dos Santos. As ilustrações, de Lúcia Lacourt, enriquecem o texto e são simplesmente maravilhosas!!! Que livro sensível!!!
É uma lenda. Com uma narrativa leve, explica-se o surgimento do Corcovado no Rio de Janeiro. O Curumim que virou gigante nos fala do desejo do indiozinho Turamã de ter uma irmã. E de tanto querer, ele passa a viver como se realmente tivesse uma irmã. Em tudo o que faz, ele se lembra dela e traz presentes para agradá-la. Até que um dia, acontece algo que faz Turamã sair de sua aldeia mundo afora... O inal é surpreendente.
Espero que você goste do livro e o use em suas aulas com as crianças.

Com carinho,

Luciana Cassimiro

5. (IDEPP) No trecho “Espero que você goste do livro...”, a palavra destacada substitui o nome
a) Ana Carla.
b) Lúcia Lacourt.
c) Turamã.
d) Luciana Cassimiro. 

6. (TSA) No texto, o indiozinho Turamã tinha o desejo de ter
a) Um carrinho de rolimã.
b) Um amigo de verdade.
c) Uma bicicleta.
d) Uma irmã.

Leia o texto abaixo.


7. (SAEGO). Nesse texto, o menino queria
a) brigar com o anjo.
b) causar um acidente.
c) escapar do acidente.
d) virar um anjo.




Leia os textos abaixo.

Texto 1

Arrumação

Fim de ano é época de arrumações. A gente aproveita pra [...] arrumar a mochila pro ano que vem, dar o que ficou pequeno, jogar fora os cadernos velhos... 
Arrumação é coisa chata no começo, mas depois dá uma sensação muito gostosa de alívio. Abre caminho para as novidades.
Então, a gente bem que podia tentar uma “arrumação interna”. Aquele pensamento que já ficou velho e não serve pra nada. Aquele sentimento que está sobrando. Uma atitude que ficou pequena pra gente. Uma ou outra raivinha que só ocupa espaço no coração. [...]
 
Texto 2

Novinho em folha

Lá vem um ano
Todo novinho,
Novinho em folha.
Eu quero saber
Que cara ele tem. [...]
Em cada dia,
Um sol inteiro
Todo pra gente.
É sempre assim.
Isso não muda.
O que muda
É nossa mente
Dizendo sim
Pro diferente.
Arrume tudo!
Limpe os armários!
Respire fundo!
Mergulhe leve
No calendário! [...]

Fonte: Blog Divertido

8. (SAEPI) Qual é a informação que aparece nesses dois textos?
a) A chegada de um novo tempo na escola.
b) A limpeza dos armários para o ano novo.
c) A passagem do tempo no calendário.
d) A preparação para a chegada do novo ano.

Leia o texto abaixo.

Meu nome é Esmeralda. Antes de nascer, eu era assim, um ovo! Depois de um tempo, quebrei a casca e saí de dentro e agora sou uma patinha. Aí, eu vi que tinha muitos irmãos patinhos. E todos eles gostam de banho de Sol pela manhã. Eu também! Então, eu fico com muita sede. Mas sou desastrada e muitas vezes caio na tigela ao tomar água. Os patos gostam de se refrescar nadando no lago. É uma aventura muito divertida. Certa vez, um ganso correu atrás de mim. Acho que os gansos não gostam de patinhos como eu. Os patos adultos comem milho. Mas eu sou pequena, por isso, como farelo de fubá com água para não engasgar. No final da tarde, mamãe pata fica contente ao ver seus filhotes em fila atrás dela, voltando para casa.

Site: Qdivertido

9. (Spaece) De acordo com esse texto, a opinião de Esmeralda sobre os gansos é:
a) “E todos eles gostam de banho de Sol pela manhã.”.
b) “... gostam de se refrescar nadando no lago.”.
c) “... não gostam de patinhos como eu.”.
d) “... fica contente ao ver seus filhotes em fila...”.

Leia o texto abaixo.

Pedro Malazarte

Pedro Malazarte comprou uma panelinha nova para cozinhar quando viajasse. Na primeira viagem que fez levou a panelinha e estava preparando seu almoço, já abrindo a fervura, quando ouviu o tropel de um comboio que carregava algodão. Mais que depressa cavou um buraco, colocou todas as brasas e tições, cobrindo de areia, e pôs a panela por cima, fervendo. Os comboieiros que iam passando ficaram admirados de ver uma panelinha ferver sem haver fogo.
Pararam, discutiram e perguntaram se Malazarte queria vender por um bom dinheiro. O sabidão fez-se de muito rogado, dizendo ter adquirido aquele objeto em terras distantes, mas terminou vendendo a panelinha. Os comboieiros seguiram jornada, muito satisfeitos da compra que no outro dia verificaram ser mais um logro do rapaz. [...]

CASCUDO, Luís da Câmara.

10. (SADEAM). A intenção de Pedro Malazarte ao esconder o fogo que fazia a panelinha ferver era
a) agradar os comboieiros.
b) conservar a comida quente.
c) esconder a comida dos outros.
d) impressionar os viajantes.



Simulado em PDF está mais abaixo, pronto para IMPRESSÃO e GABARITO!






GABARITO
1C / 2A / 3A / 4B / 5A / 6D / 7C / 8D / 9C / 10D

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